“Pode haver pessoas ainda presas debaixo dos escombros. As equipas de resgate estão a fazer todos os possíveis para as retirar e apagar os incêndios”, declarou Zelensky no X.
As equipas de resgate da Ucrânia divulgaram uma imagem que mostra um edifício residencial com uma cratera com a altura de três andares.
A região de Sumy, que faz fronteira com a Rússia, é frequentemente atingida por drones e mísseis russos desde a invasão em larga escala da Ucrânia por Moscovo, há quase cinco anos.
Os ataques russos têm-se focado em alvos civis, atingindo nas últimas semanas duramente os setores da metalurgia e das exportações agrícolas, fundamentais para a economia ucraniana.
A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e «desnazificar» o país vizinho, independente desde 1991 – após a desagregação da antiga União Soviética – e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.
No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões – Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia – além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).
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