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Giro Sudoeste - A informação na medida certa! > Blog > Politica > “Ainda não sabemos o que vai acontecer amanhã na reforma laboral”
Politica

“Ainda não sabemos o que vai acontecer amanhã na reforma laboral”

Giro Sudoeste
Ultima atualização: 2026/06/18 at 3:02 PM
Por Giro Sudoeste
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13 leitura mínima
“ainda-nao-sabemos-o-que-vai-acontecer-amanha-na-reforma-laboral”
“Ainda não sabemos o que vai acontecer amanhã na reforma laboral”
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“Ainda não sabemos o que vai acontecer amanhã na reforma laboral que o Governo apresenta”, afirmou André Ventura já na reta final do debate da proposta de lei de revisão da legislação laboral, na Assembleia da República.

O líder do Chega considerou que, nesta matéria, o hemiciclo parlamentar divide-se em “dois hemisférios”, um que “sabe que não é o ideal, mas quer alcançar alguma coisa para quem trabalha, e o outro hemisfério, que quer deixar tudo igual”.

“Porque, na verdade, apesar de décadas e anos a falarem de férias, apesar de décadas e anos a falarem de licença parental, a falarem do trabalho por turnos, a falar da amamentação, o que lhes custa mesmo muito é não ter sido nenhum deles, mas o Chega a alcançar a grande vitória dos trabalhadores em Portugal”, sustentou.

André Ventura salientou que, depois da votação da proposta de lei, na sexta-feira, os trabalhadores vão perguntar “quem conseguiu mais dias de férias”, “quem conseguiu corrigir um erro na amamentação e nos direitos das mães”, quem “conseguiu pagamento por turnos a um milhão de pessoas”, “quem falou de um teto para reformas milionárias”, respondendo que “foi o Chega”.

O líder do Chega sustentou também que os trabalhadores “quererão saber o que é que na vida deles melhorou, ainda que seja um pouco”.

“Quando ao fim do dia o país se perguntar, e de toda esta discussão, e de toda esta gritaria, o que é que conseguimos nas férias, nos lutos, na proteção do trabalho, na licença parental, eles saberão que não foi nem o PS, nem o Livre, nem o Bloco, foi o Chega e temos muito, muito orgulho em fazer isto por Portugal, pelos trabalhadores e pelos pensionistas deste país”, afirmou.

Numa intervenção anterior, o líder parlamentar do PSD afirmou que “esta proposta vai ser aprovada”.

Hugo Soares considerou que a possibilidade de o diploma ser aprovado “está a causar uma urticária tremenda ao PS”.

“O PS está mais perto desta nossa proposta do que aquilo que eles dizem, a questão é meramente tática. O PS queria mesmo era demonstrar que o Governo não tinha condições de governar e não era capaz de transformar, essa é que é a razão deste não é não, é não, é não do PS”, afirmou.

O secretário-geral do PSD acusou também o PS de dizer “não é não” aos portugueses”.

Hugo Soares disse que o “não é não” da AD referia-se “a um acordo de governação com o Chega”, a um “acordo escrito de governação ou de apoio maioritário no Parlamento”.

“Portugal conhece o nosso não é não. Coisa bem diferente, para que se perceba de uma vez por todas, aqui no Parlamento e lá fora, é a obrigação que nós, enquanto deputados, temos de poder dialogar com todos os partidos que têm representação parlamentar e aprovar em cada momento e em cada instante com os partidos que querem transformar Portugal”, defendeu.

O líder parlamentar do PSD apelou ainda aos restantes partidos que tenham “a responsabilidade, a maturidade democrática que o PS não demonstra, de esperar pelos resultados da reforma para depois fazer essa avaliação”.

O social-democrata dirigiu-se ainda às centrais sindicais e ao protesto da CGTP em frente ao Parlamento, para defender que a “legitimidade com que os senhores protestam lá fora é a mesma legitimidade que as senhores e os seus deputados representantes do povo têm para hoje discutir e amanhã aprovarem as alterações que entenderem ser melhor para o país”.

Hugo Soares salientou ainda que a legitimidade do Governo para trazer este tema a discussão “é tripla: advém da vontade do povo, advém do Parlamento e advém dos parceiros sociais”.

O deputado defendeu ainda que “só um Governo masoquista transformaria a lei laboral de um castigo para os trabalhadores”.

Numa intervenção anterior, o deputado Miguel Cabrita, do PS, considerou que chegou a “hora da verdade”, de “saber quem vai votar para pôr fim a este pacote laboral e quem é que vai afinal dar a mão ao Governo e prejudicar milhões de portugueses” com o “pacote laboral mais agressivo, mais regressivo e mais radical da história da democracia”.

“O primeiro-ministro prometeu e jurou ‘não é não’, mas agora governa em cada vez mais áreas com extrema-direita. Não é só nas bandeiras e nas burcas, agora também no ataque aos pobres, aos jovens, às famílias, aos trabalhadores”, criticou, acusando o Governo de admitir dar ao Chega “concessões que recusou obstinadamente meses e meses aos sindicatos”.

Miguel Cabrita acusou o Chega de já ter dito “tudo e o contrário” sobre a lei laboral, incluindo anunciar o voto contra “há menos de um mês, mas agora, na hora da verdade, está nos bastidores a negociar com os direitos dos trabalhadores”.

“As linhas vermelhas do Chega são afinal linhas muito laranja e vão ser cúmplices do Governo a prejudicar jovens, famílias, classe média, trabalhadores”, acusou.

“Ainda não sabemos o que vai acontecer amanhã na reforma laboral que o Governo apresenta”, afirmou André Ventura já na reta final do debate da proposta de lei de revisão da legislação laboral, na Assembleia da República.

O líder do Chega considerou que, nesta matéria, o hemiciclo parlamentar divide-se em “dois hemisférios”, um que “sabe que não é o ideal, mas quer alcançar alguma coisa para quem trabalha, e o outro hemisfério, que quer deixar tudo igual”.

“Porque, na verdade, apesar de décadas e anos a falarem de férias, apesar de décadas e anos a falarem de licença parental, a falarem do trabalho por turnos, a falar da amamentação, o que lhes custa mesmo muito é não ter sido nenhum deles, mas o Chega a alcançar a grande vitória dos trabalhadores em Portugal”, sustentou.

André Ventura salientou que, depois da votação da proposta de lei, na sexta-feira, os trabalhadores vão perguntar “quem conseguiu mais dias de férias”, “quem conseguiu corrigir um erro na amamentação e nos direitos das mães”, quem “conseguiu pagamento por turnos a um milhão de pessoas”, “quem falou de um teto para reformas milionárias”, respondendo que “foi o Chega”.

O líder do Chega sustentou também que os trabalhadores “quererão saber o que é que na vida deles melhorou, ainda que seja um pouco”.

“Quando ao fim do dia o país se perguntar, e de toda esta discussão, e de toda esta gritaria, o que é que conseguimos nas férias, nos lutos, na proteção do trabalho, na licença parental, eles saberão que não foi nem o PS, nem o Livre, nem o Bloco, foi o Chega e temos muito, muito orgulho em fazer isto por Portugal, pelos trabalhadores e pelos pensionistas deste país”, afirmou.

Numa intervenção anterior, o líder parlamentar do PSD afirmou que “esta proposta vai ser aprovada”.

Hugo Soares considerou que a possibilidade de o diploma ser aprovado “está a causar uma urticária tremenda ao PS”.

“O PS está mais perto desta nossa proposta do que aquilo que eles dizem, a questão é meramente tática. O PS queria mesmo era demonstrar que o Governo não tinha condições de governar e não era capaz de transformar, essa é que é a razão deste não é não, é não, é não do PS”, afirmou.

O secretário-geral do PSD acusou também o PS de dizer “não é não” aos portugueses”.

Hugo Soares disse que o “não é não” da AD referia-se “a um acordo de governação com o Chega”, a um “acordo escrito de governação ou de apoio maioritário no Parlamento”.

“Portugal conhece o nosso não é não. Coisa bem diferente, para que se perceba de uma vez por todas, aqui no Parlamento e lá fora, é a obrigação que nós, enquanto deputados, temos de poder dialogar com todos os partidos que têm representação parlamentar e aprovar em cada momento e em cada instante com os partidos que querem transformar Portugal”, defendeu.

O líder parlamentar do PSD apelou ainda aos restantes partidos que tenham “a responsabilidade, a maturidade democrática que o PS não demonstra, de esperar pelos resultados da reforma para depois fazer essa avaliação”.

O social-democrata dirigiu-se ainda às centrais sindicais e ao protesto da CGTP em frente ao Parlamento, para defender que a “legitimidade com que os senhores protestam lá fora é a mesma legitimidade que as senhores e os seus deputados representantes do povo têm para hoje discutir e amanhã aprovarem as alterações que entenderem ser melhor para o país”.

Hugo Soares salientou ainda que a legitimidade do Governo para trazer este tema a discussão “é tripla: advém da vontade do povo, advém do Parlamento e advém dos parceiros sociais”.

O deputado defendeu ainda que “só um Governo masoquista transformaria a lei laboral de um castigo para os trabalhadores”.

Numa intervenção anterior, o deputado Miguel Cabrita, do PS, considerou que chegou a “hora da verdade”, de “saber quem vai votar para pôr fim a este pacote laboral e quem é que vai afinal dar a mão ao Governo e prejudicar milhões de portugueses” com o “pacote laboral mais agressivo, mais regressivo e mais radical da história da democracia”.

“O primeiro-ministro prometeu e jurou ‘não é não’, mas agora governa em cada vez mais áreas com extrema-direita. Não é só nas bandeiras e nas burcas, agora também no ataque aos pobres, aos jovens, às famílias, aos trabalhadores”, criticou, acusando o Governo de admitir dar ao Chega “concessões que recusou obstinadamente meses e meses aos sindicatos”.

Miguel Cabrita acusou o Chega de já ter dito “tudo e o contrário” sobre a lei laboral, incluindo anunciar o voto contra “há menos de um mês, mas agora, na hora da verdade, está nos bastidores a negociar com os direitos dos trabalhadores”.

“As linhas vermelhas do Chega são afinal linhas muito laranja e vão ser cúmplices do Governo a prejudicar jovens, famílias, classe média, trabalhadores”, acusou.

[Notícia atualizada às 17h11]

Leia Também: Chega e Governo? “Não houve consenso porque há posições diferentes”

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