O Ministério da Justiça russo acusou o projeto jornalístico digital de divulgar “informações falsas” sobre as autoridades e o Exército, com o objetivo de criar uma “imagem negativa” das Forças Armadas russas.
Além disso, acusou Khodorkovsky, cujo canal de YouTube conta com mais de 3,4 milhões de seguidores, de participar na divulgação de conteúdos de outros “agentes estrangeiros” incluídos na lista de Moscovo.
A justiça russa acrescentou à lista Maria Mikaelian, acusando-a das atividades referidas e, em particular, da divulgação de “informações falsas sobre decisões e políticas de organismos governamentais russos”.
“Ela opôs-se à operação militar especial na Ucrânia e participou em protestos antirrussos no estrangeiro. Colaborou com uma organização incluída na lista de organizações estrangeiras e internacionais cujas atividades são consideradas indesejáveis na Federação Russa”, acrescentou o ministério.
Na lista consta ainda Valery Klepkin, sancionado por “manifestar-se contra a operação militar especial na Ucrânia e promover as relações LGBT”.
O movimento LGBT é proibido na Rússia e integra a lista de organizações terroristas e extremistas do país.
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