“Em resposta aos ataques do regime de Kyiv contra alvos civis no território russo, as forças armadas russas continuarão e intensificarão os seus ataques com armas de alta precisão contra alvos militares em Kyiv”, disse, acusando a Ucrânia de ter querido “frustrar a expressão democrática da vontade dos cidadãos russos”.
A Rússia foi alvo de um ataque de mais de mil drones ucranianos e ataques informáticos, atingindo uma refinaria e áreas residenciais e provocando incêndios, destinado a perturbar o último dia das eleições legislativas que, sem surpresa, deverão dar a vitória do partido de Vladimir Putin, o atual Presidente.
Pelo menos duas pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas, de acordo com as autoridades russas.
O presidente da Câmara de Moscovo, Serguei Sobianin, referiu que mais de 450 drones foram abatidos no maior ataque contra a capital russa desde o início da guerra.
Por sua parte, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garantiu que Kyiv havia atacado instalações chave da indústria petrolífera russa e um centro logístico, o que, disse, representa milhares de milhões de dólares a menos para a máquina de guerra do Kremlin.
As eleições legislativas russas, as primeiras desde o início, em 2022, da ofensiva militar em grande escala contra a Ucrânia, têm como objetivo renovar os 450 lugares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, e decorrem também nos territórios da Ucrânia ocupados e anexados pela Rússia.
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