Milhares de pessoas protestaram hoje em Pristina contra a sentença determinada esta semana em Haia contra quatro antigos líderes do dissolvido grupo guerrilheiro albano-kosovar UCK, entre os quais o ex-primeiro-ministro e ex-presidente do país Hashim Thaci.
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Os organizadores do protesto, veteranos do UCK, pedem a alteração das competências do Tribunal Especial para o Kosovo, a destituição da ministra de Justiça kosovar, Donika Gervalla, por ter colaborado com o Tribunal e o apoio financeiro aos condenados.
Este Tribunal condenou, na quarta-feira, em primeira instância, Thaci, ex-líder do UCK e a pessoa que leu a declaração de independência do país em 2008, a 25 anos de prisão por crimes de guerra durante a guerra de 1998-1999, e três do seus colaboradores a penas entre 13 e 25 anos.
O governo kosovar, liderado pelo Albin Kurti considera a sentença injusta e que o UCK defendeu o povo da brutal repressão e dos crimes cometidos pelos militares e polícias sérvios.
Os advogados de Thaci e dos outros condenados anunciaram que vão recorrer da sentença.
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