Setembro vai a meio e falar do Natal ainda parece ser cedo, mas a verdade é que planear as compras com antecedência pode mesmo ajudar a poupar. Aliás, a DECO PROteste revelou na terça-feira que comprar o bacalhau com 10 semanas de antecedência do Natal pode resultar numa poupança superior a 8%.
“Se o bacalhau faz parte da sua mesa de Natal, setembro e o início de outubro são uma boa altura para começar a comparar preços. Nos últimos quatro anos, comprar 10 semanas antes da consoada permitiu poupar, em média, 8,7% face à véspera do Natal“, adiantou a organização de defesa do consumidor.
Preço do cabaz alimentar continua a aumentar
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste voltou a subir na última semana, tendo aumentado 52 cêntimos face à semana anterior, fixando-se nos 255,26 euros.
Trata-se da segunda semana consecutiva a subir, ainda que o aumento da última semana seja inferior à subida de 2,11 euros registada na anterior.

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Notícias ao Minuto | 09:20 – 15/09/2026
A cesta alimentar é composta por 63 bens alimentares e inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 2 e 9 de setembro, “o carapau registou um aumento de 23% para 5,46 euros/kg, a curgete subiu 20% para os 2,15 euros e o atum posta em azeite registou um acréscimo de 17% para os 2,21 euros”, adianta a DECO PROteste, em comunicado, indicando que estes foram os três produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz, os consumidores gastavam menos 13,34 euros (menos 5,55%). Segundo a DECO PROteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,61 euros (menos 6,07%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,56 euros (uma diferença de 35,99%).
Em relação ao mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (43% custando atualmente 5,46 euros/kg), o robalo (30% custando atualmente 10,48 euros/kg), e o bacalhau graúdo (26% o que se reflete num custo de 20,06 euros/kg).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram registados na carne de novilho para cozer (101% para 11,72 euros/kg), no bacalhau graúdo (89% para 20,06 euros/kg) e na couve-coração (89% para 1,88 euros).

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Lusa | 14:47 – 24/08/2026
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