Confirma-se: A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,2% em junho de 2026, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior, divulgou o INE, esta sexta-feira, confirmando a estimativa provisória divulgada há uma semana.
Já o indicador de inflação subjacente – índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos – registou uma variação homóloga de 2,5% (2,2% em maio).
A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para 9,1% (13,1% no mês anterior), refletindo uma redução dos preços dos combustíveis, e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 5,1% (5,7% em maio).
A variação mensal do IPC foi 0,1% (0,2% no mês precedente e 0,1% em junho de 2025). A variação média dos últimos doze meses foi 2,6% (2,5% no mês anterior).
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,1%, taxa idêntica à do mês anterior e superior em 0,3 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em maio, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro).
Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,5% em junho (2,1% em maio), taxa superior à da área do Euro (estimada em 2,2%).
O IHPC registou uma variação mensal de 0,1% (0,4% no mês anterior e 0,1% em junho de 2025) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,5% (2,4% no mês precedente).
Cabaz alimentar volta a subir e custa agora 256,71 euros
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou a associação de defesa do consumidor, esta semana.

Cabaz alimentar volta a subir e custa agora 256,71 euros
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
Lusa | 13:06 – 08/07/2026
O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 256,71 euros, mais 3,08 euros (mais 1,21%) que na semana anterior, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 1 e 8 de julho, os brócolos registaram um aumento de 13%, para 3,35 euros, o tomate chucha subiu 12%, para 2,29 euros, e a farinha para bolos e a polpa de tomate subiram 9%, para 1,82 euros e 1,40 euros, respetivamente, os produtos com maiores aumentos de preço.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 14,89 euros (menos 6,16%).
Segundo a DECO PROteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 16,59 euros (menos 6,91%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 69,01 euros (uma diferença de 36,77%).
Leia Também: Inflação na OCDE acelera para 4,6% em maio devido aos preços da energia



