O Ministério da Defesa de Israel indicou que os testes, realizados apesar dos acordos de cessar-fogo nas duas frentes, foram realizados com o apoio da Direção de Investigação e Desenvolvimento do Governo e da empresa israelita de tecnologia e defesa Rafael, de acordo com um comunicado.
Os ensaios incorporaram “as lições aprendidas durante a guerra e nas operações realizadas contra o Irão”, indicou na mesma nota.
Algumas das melhorias introduzidas no sistema Cúpula de Ferro visam “reforçar a capacidade de responder a cenários que simulam ameaças futuras”, incluindo ataques com foguetes, mísseis de cruzeiro ou veículos aéreos não tripulados (drones), referiu.
Além disso, o sistema de interceção a laser de alta potência Raio de Ferro, desenvolvido como complemento da Cúpula de Ferro, foi igualmente submetido a uma série de testes com “operações conjuntas” a partir do centro de comando.
“As novas capacidades demonstradas durante os testes representam um avanço significativo na melhoria da capacidade de resposta a uma vasta gama de possíveis ataques e integram a estratégia do Ministério da Defesa para reforçar as capacidades militares, preservando simultaneamente a vantagem qualitativa e estratégica das Forças de Defesa de Israel em operações defensivas e ofensivas em futuros conflitos”, concluiu.
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