© Alexandre Poço, líder da JSD, deputado do PSD, candidato a presidente de Oeiras,
Relevando “o contributo que o CDS, enquanto um parceiro, um aliado, um partido amigo do PSD, tem conseguido dar a este momento do país”, o vice-presidente do PSD congratulou Nuno Melo pela reeleição na presidência do partido que, em conjunto com os sociais-democratas, “têm conseguido fazer ao longo da história da democracia portuguesa um caminho comum partilhado em dezenas de municípios, na Madeira, nos Açores, no Governo Nacional”.
No final do congresso dos centristas, em Alcobaça, Alexandre Poço afirmou que o CDS deve orgulhar-se de o país ter “um Governo que oferece estabilidade num contexto internacional de muita incerteza”.
“Não basta apenas termos estabilidade, queremos fazer reformas”, lembrou, referindo que “o Governo procura avançar com reformas importantes para os portugueses”, na área da imigração, da lei da nacionalidade e a reforma das leis laborais, entre outras.
“Aquilo que tem marcado os últimos dois anos deste projeto a nível nacional entre o PSD e o CDS é que esta governação tem de conseguir trazer resultados positivos para os portugueses”, disse, destacando o contributo do CDS para “o caminho comum que se tem traduzido em estabilidade e em reformar o país”.
Considerando naturais “as discussões que acontecem dentro de cada partido”, e que durante o congresso do CDS incidiram sobre a possibilidade de o partido avançar com listas próprias em próximas eleições, Alexandre Poço considerou que as propostas apresentadas não representaram qualquer “espécie de aviso” e que os dois partidos terão, no futuro, a capacidade “de continuar a saber entendermos para governar e para dar qualidade de vida aos portugueses”.
Considerando naturais “as discussões que acontecem dentro de cada partido”, e que durante o congresso do CDS incidiram sobre a possibilidade de o partido avançar com listas próprias em próximas eleições, Alexandre Poço considerou que as propostas apresentadas não representaram qualquer “espécie de aviso” e que os dois partidos terão, no futuro, a capacidade “de continuar a saber entendermos para governar e para dar qualidade de vida aos portugueses”.
Uma ideia reforçada pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, que à margem do Congresso, afirmou que “a coligação vencedora das duas últimas eleições legislativas, a Aliança Democrática, está muitíssimo bem”.
Para o governante, “esta coligação corresponde a uma parceria não apenas de pontos de vista das lideranças nacionais, locais e regionais, mas também de uma lógica de união de pontos de vista” entre os dois partidos que partilham “um ideário personalista, um ideário humanista e é um ideário reformista”.
O CDS “é o nosso parceiro, é o nosso companheiro de caminho que vamos continuar a fazer no resto da legislatura”, concluiu.
[Notícia atualizada às 16h54]
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