O total dos primeiros três meses deste ano ascende a 7,6 mil milhões de escudos (69 milhões de euros) e surge no seguimento de uma tendência de valores recorde registados em 2024 e 2025.
Portugal foi a origem de mais de um terço das remessas (34,7%), seguindo-se os Estados Unidos (25,7%) e França (17,9%).
Os principais municípios de destino continuam a ser também os mais populosos: Praia, São Vicente e Santa Catarina.
Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o arquipélago, desde 2019 que o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos do arquipélago está em crescimento.
Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 59,6 mil milhões de escudos (540 milhões de euros).
No primeiro trimestre deste ano, a soma continuou a crescer e o total dos depósitos de emigrantes ultrapassou a fasquia de 60 mil milhões de escudos (544 milhões de euros) em fevereiro — posicionando-se, no final de março, nos 60,2 mil milhões de escudos (546 milhões de euros).
As remessas são um dos principais pilares da economia cabo-verdiana, a par do turismo, refletindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhões de pessoas – cerca do triplo da população das ilhas.
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